PROJETO DE EXTENSÃO
2023 / 3 – PIESC IV – AGRONOMIA
IDENTIFICAÇÃO
1.1. Título: “COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESSÊNCIAS
FLORESTAIS”
1.2. Instituição: Centro Universitário Ingá
1.3. Curso: Agronomia
Sigla: UNINGÁ
1.4. Coordenador: Arney Eduardo Ecker
1.5. Projeto Vinculado ao PIESC?
x
Não
Sim
INTRODUÇÃO
O processo de ocupação de nosso país caracterizou-se pela falta de planejamento
e consequente destruição de extensas áreas com recursos naturais, por outro lado, as
diferentes esferas da silvicultura nos levam ao universo da arborização, florestamento e
reflorestamento e diante deste cenário a produção de mudas de espécies florestais e a
recuperação de áreas degradas representam grande importância à sociedade e ao
profissional de agronomia.
Ao final do século passado, a crescente preocupação em relação a conservação
das florestas nacionais resultou em 1934 na criação do primeiro código florestal
brasileiro. Em trabalho realizado por Castro et al. (2018) relatam que, com o passar dos
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anos, a necessidade de alterações do código ocorreu naturalmente devido as ações
antrópicas e, houve a atualização do Código florestal de 1965, o qual foi instituído pela
Lei Federal nº 4.771 (BRASIL, 1965) que sofreu importantes modificações em 1989 e
uma reforma profunda em 2001.
Alguns anos atrás, esse código foi revogado pela Lei Federal nº 12.651 (BRASIL,
2012b) que dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, e que, apesar de revogar sem
substituir o Código florestal de 1965, ficou conhecida como ‘Novo Código florestal’.
Nos dias atuais, percebe-se a real necessidade na conservação dos recursos
naturais em nossos biomas e, não apenas a proteção dos remanescentes de vegetação
nativa em diferentes áreas, mas também a recuperação do que já foi perdido (MARTINS
et al., 2004)
.
De acordo com Xavier e Silva (2010) no início dos anos 2000, a elevação de
atividades voltada aos produtos florestais proporcionou um novo momento a cadeia da
silvicultura, dentre elas com destaque na necessidade do desenvolvimento e
aperfeiçoamento
de técnicas que pudessem aumentar a produtividade
econômica/ambiental.
Antecipando-se à crescente necessidade de plantio para recuperação das
nascentes, rios e adequação em geral das propriedades rurais à legislação ambiental, o
Centro Universitário Ingá, UNINGÁ representado pelo Curso de Agronomia e, em
parceria com as prefeituras regionais cumprem seu dever na preparação de diferentes
atores sociais para atender às demandas de recuperação da vegetação nativa em áreas
alteradas.
Ao observar os produtos arbóreos em nosso país, é visível que na maior parte
possuem origem dos povoamentos florestais do gênero Eucalyptus. Esse cenário dá-se
devido à elevação das demandas das companhias industriais voltadas a produção de papel
e celulose, entretanto, faz-se necessário apresentar características ideais, dentre as quais
o rápido crescimento, boa adaptabilidade às condições edafoclimáticas e ciclos de corte
curtos (BARRETTO et al., 2007).
A colheita das sementes compreende o momento adequado e de acordo com Silva
et al. (2012) o estádio de maturação adequado torna-se o fator que determina a qualidade.
Pires Neto et al. (2016) em estudo, relatam que, para a maioria das essências florestais, o
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ponto de colheita é importante e principalmente aos frutos deiscentes, como é o caso do
angico, sibipiruna, paineira e magnólia.
É de grande importância realizar a colheita destes materiais antes do período de
abertura dos frutos e consequente dispersão natural. Portanto, o conhecimento sobre o
processo de maturação é importante para a obtenção de sementes com alto potencial
fisiológico (CRUZ et al. 2021).
Se levarmos em consideração as várias interfaces da atividade, temos que a
produção de essências florestais, aliada a expansão e extensão promovem o abastecimento
regional quando se tratando da necessidade em recuperar áreas degradadas nos diferentes
biomas e para tais etapas, as mesmas requerem, planejamento e organização ao longo de
todo o processo.
A produção de mudas auxilia de forma imprescindível neste processo, pois a
mesma não é vista como uma atividade isolada, mas participa no conjunto das etapas de
forma a contribuir todo processo produtivo. Neste caso, preparativos que antecedem o
plantio de mudas, tais como colheita e tratamento das sementes, devem ser levados em
consideração, além da experiência e mão de obra (MARTINS et al., 2004).
Em trabalho realizado por Fonseca et al. (2017) as áreas a serem restauradas
requerem a aplicação de técnicas para sua restauração e para tal cenário irá necessitar qual
a supressão da fonte de distúrbios, intervenções no solo, retirada das espécies arbóreas
exóticas e finalmente o plantio das árvores adequadas ao local, oriundas da produção de
essências florestais adequadas e de boa procedência.
Segundo Overbeck et al. (2013) em nosso país, boa parte dos trabalhos sobre a
temática restauração ecológica se restringem à ecossistemas florestais, mesmo com
inúmeras áreas degradadas em ecossistemas campestres e poucos estudos de restauração.
O manejo da densidade de plantas se faz necessário desde o momento da produção
das mudas e a recuperação de áreas, tornando ainda mais importante todo o processo
envolvido (FARIA et al. 2019).
A contribuição da produção de mudas é vital para a manutenção da qualidade das
áreas a serem recuperadas, exercendo assim um papel de extrema importância nas
atividades realizadas pelo profissional de Agronomia.
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2.2. Justificativa
No Brasil, inúmeras são as áreas a serem recuperadas, sejam áreas rurais (mata
ciliar, reserva legal, florestamento e reflorestamento) e/ou áreas urbanas (fundos de vales,
praças, parques, jardins e arborização urbana), diante do cenário, o Centro Universitário
Ingá, UNINGÁ, através do Curso de Agronomia em parceria com a Prefeitura Municipal
de Maringá vem investindo em esforços em conjunto com os órgãos governamentais e
institutos de pesquisa, na capacitação de acadêmicos e profissionais para a coleta de
sementes, produção de essências florestais para uso nos diferentes biomas presentes em
nosso país na recuperação de áreas verdes.
Diante do exposto o presente projeto se justifica pela necessidade da coleta de
sementes e a produção de mudas essências florestais para posterior uso na recuperação de
áreas degradadas, buscando assim o equilíbrio ambiental em razão das mudanças
climáticas ocorrida nos últimos anos, tais como longos períodos de secas, elevação da
temperatura, alterações ambientais em menor tempo com grandes danos a agricultura,
resultando assim em redução da produtividade de importantes commodities, tais como:
soja, milho, café e cana-de-açúcar.
OBJETIVOS
Geral: O Brasil tem passado por alterações da sua flora no contexto quali-quantitativo e,
como consequência mudanças significativas em suas áreas verdes presente nos diferentes
biomas. O presente projeto busca resgatar essências florestais nativas de suas regiões e
através da coleta de sementes e produção de essências florestais para elevar a população
de espécimes arbóreos considerados em extinção, visando promover de forma prática o
aprendizado da silvicultura aliada a educação ambiental na recuperação de áreas verdes.
Objetivos Específicos: – Ensinar aos acadêmicos sobre a importância das essências florestais no equilíbrio da
natureza.
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– Apresentar influências das condições climáticas sobre o meio ambiente em áreas rurais
e áreas urbanas; – Enumerar as etapas voltadas à coleta de sementes e produção das mudas de essências
florestais; – Demonstrar as principais técnicas de coleta e cultivo destacando aspectos como
equipamentos de proteção para coletas de sementes, irrigação, adubação, manejo de
pragas e doenças, essências florestais recomendadas para o estado de origem e tratos
culturais; – Promover cursos de capacitação sobre a coleta e produção de essências florestais; – Formar encontros técnicos, seminários e palestras, ressaltando suas vantagens técnicas,
econômicas e ambientais sobre coleta de sementes e produção de essências florestais; – Orientar e conduzir aulas via google meet aos discentes instruindo-os e capacitando-os
para que sejam disseminadores do conhecimento nesta área; – Demonstrar exemplos de sucesso da coleta de sementes e produção de essências
florestais. – Vislumbrar e potencializar o desenvolvimento local e regional.
2.4. Metodologia
O presente projeto poderá ser realizado de forma individual ou em grupos para
discentes que residem na mesma cidade, assegurando assim a ordem das atividades
durante a realização do projeto, no atual modelo ensino a distância e cada acadêmico
deverá ser identificado na capa do trabalho com seu nome completo, registro acadêmico,
turma, módulo e ano de entrada.
Aos acadêmicos envolvidos na condução e conclusão do presente projeto será
obrigatório ao término do período de realização a apresentação de um relatório final
(submetido no sistema moodle, quando a abertura e encerramento dos trabalhos PIESC),
sendo necessário estar presente ao menos 85% das atividades efetivamente realizadas.
A orientação das atividades será realizada por meio do ensino a distância podendo
ser utilizado, para tanto, de videoaulas, lives, material impresso ou ainda aulas práticas a
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serem realizadas no período no campus sede do Centro Universitário Ingá, UNINGÁ na
casa de vegetação e no Núcleo de Agronomia Experimental – NAE.
Neste sentido, a proposta abrangerá as seguintes etapas:
• Estudo sobre a composição do solo/substrato, nutrição e adubação; métodos de
propagação e implantação de essências florestais; modelos de irrigação; colheita,
doação e/ou comercialização; higienização das bancadas, bandejas e canteiros a
campo; cultivo em ambiente protegido e cultivo em ambiente a campo.
• Revisão de circulares técnicas internas das atividades realizadas e apresentação
dos resultados prévios para a equipe estimulando o entendimento e a desenvoltura
em público.
• Palestra no formato online com renomados profissionais de experiência na
produção de mudas de essências florestais e recuperação de áreas degradas em
propriedades agrícolas ou ambiente urbano: o acadêmico deve participar da
palestra de sobre a referida temática, que acontecerá nos meses de fevereiro e
março, divulgado previamente a todos os polos e na sede;
• Em momento adequado realizar à coleta de sementes de essências florestais, com
base em técnicas aplicadas, com destaque para: localização das matrizes, ponto de
maturação, equipamentos adequados para o trabalho. A sementes poderão ser
doadas ao Departamento de Agronomia do Centro Universitário para a criação de
uma central de produção de mudas arbóreas.
• Cada acadêmico, se optar pela doação de sementes deverá doar 300 sementes,
com mínimo de três espécies arbóreas. No caso de formação de grupos a regra se
aplica a cada integrante, ou seja, doar 300 sementes com mínimo de três espécies.
• Ao realizar a doação de sementes, no envelope deverá constar etiqueta com as
seguintes informações: nome popular, nome científico, data de coleta, registro
fotográfico da essência florestal e localização.
• Dessa forma, é recomendável que a pessoa ou instituição que vai proceder à coleta
de sementes consulte, previamente, o órgão ambiental estadual.
• A semeadura deverá ser realizada observando critérios técnicos, tais como o uso
adequado de substratos (equilíbrio as propriedades físicas e químicas), bandejas
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e/ou tubetes para que possam facilitar o crescimento e desenvolvimento das
mudas, disponibilidade de água e especialmente quanto as condições climáticas
em ambiente protegido e à campo aberto, em especial a temperatura e umidade
relativa do ar.
• Durante o período de crescimento e desenvolvimento de mudas, deverão ser
observados valores de pH e condutividade elétrica dos substratos para a obtenção
de melhores resultados, ou seja, mudas com qualidade.
• As mudas poderão ser “doadas” aos órgãos ambientais afins de uso em momento
oportuno, no que se refere ao uso em áreas verdes sejam áreas rurais ou urbanas.
• Em caso da realização de parceria com os órgãos ambientais, buscar identificar
em conjunto as áreas que necessitam de recuperação e após, realizar a recuperação
da área, que poderá ser feita gradativamente ou em uma única etapa.
• Em conjunto com os órgãos ambientais, verificar o padrão de essências florestais,
tais como: porte, qualidade das hastes, volume de raíz e estado fitossanitário das
mudas.
• Divulgação para toda a comunidade acadêmica no curso de Agronomia;
Observar materiais de apoio para a realização do presente projeto, que serão submetidos
em seu ambiente online modle.
2.5. Outros Órgãos Envolvidos/ Parcerias
Em se tratando da parceria dos possíveis órgãos a nível de Estado do Paraná e
especialmente a região da AMUSEP – Associação dos Municípios do Setentrião
Paranaense, está prevista a participação do Instituto de Desenvolvimento Rural – IDR/PR,
Prefeitura Municipal de Maringá – Secretaria de Meio Ambiente e Bem Estar Animal,
Programa Pós-graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional da Universidade
Estadual de Maringá – UEM, Alltech Cropscience, Secretaria de Agricultura e do
Abastecimento – SEAB-PR, Fortgreen, Superbac e ICL América do Sul.
Ressaltamos que, para as várias regiões do país, caberá aos acadêmicos a
articulação das parcerias com as empresas público e privadas no sentido de contribuição
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na coleta de sementes e produção de mudas de florestais e posterior plantio ou doação das
mudas para a recuperação das áreas degradadas.
2.7. Referências (ABNT)
BARRETTO, V. C. M. et al Eficiência de uso de boro no crescimento de clones de
eucalipto em vasos. Revista Scientia Forestalis, Piracicaba, v. 76, n. 1, p. 21-33, dez.
2007.
BRASIL. Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965. 1965. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4771.htm>
Acesso
» http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4771.htm
em: jan. 2013.
CASTRO, S.L.I.; MAY, L.R.; GARCIAS, C.M. Meio ambiente e cidades – áreas de
preservação permanente (APPS) marginais urbanas na lei federal n° 12.651/12. Ciência
Florestal. 28 (03). Jul-sep, 2018. https://doi.org/10.5902/1980509833353
de
CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (Brasil). Resolução nº 303, de 20 de
março
2002b.
2002b.
Disponível
em:
<Disponível
http://www2.mma.gov.br/port/conama/res/res02/res30302.html >
em:
CRUZ, M.S.F.V.; MALAVASI, M.M.; RISTAU, A.C.P.; MALAVASI, U.C.;
DRANSKI, J.A.L. Maturidade de sementes de Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan.
Ciência Florestal 31(1). Jan-mar, 2021. https://doi.org/10.5902/1980509835444
FARIA, J.C.T.; LOPES, D.A.; LYRA, G.B.; MELO, H.C.; MELO, L.C. Manejo da
densidade de plantas durante a produção de mudas em viveiro. Ciência Florestal 29(3).
Jul-sep, 2019
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FONSECA, D.A.; BACKES, A.R.; ROSENFIELD, M.F.; OVERBECK, G.E.;
MULLER, S.C. Avaliação da regeneração natural em área de restauração ecológica e
mata ciliar de referência. Ciência Florestal 27(2). Apr-jun, 2017.
MARTINS, S.S.; SILVA, I.C.; BORTOLO, L.; NEPOMUCENO, A.N. Produção de
mudas de espécies florestais nos viveiros do Instituto Ambiental do Paraná. Clichetec.
2004.
MARTINS, S.V. Restauração florestal em áreas de preservação permanente e reserva
legal. Centro de Produções Técnicas – CPT. Viçosa, 2010
OVERBECK, G. E. et al. Restoration Ecology in Brazil – Time to step out of the Forest.
Natureza & Conservação. Rio de Janeiro, v. 11, n.1, p. 92-95, 2013.
PIRES NETO, P. A. F. et al Physiological ripening of Anadenanthera
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3. PARTICIPANTES
Docentes (tipo de participação: coordenador (máximo dois), participantes)
Nome: Arney Eduardo Ecker
Curso: Agronomia
Email: agronomia.ead@uninga.edu.br
Tipo de Participação: coordenador
Carga horária no projeto: 20h
Alunos da Graduação
Nome:
Orientador:
Alunos da Pós-Graduação
Nome:
Carga Horária:
Orientador:
Carga Horária:
Alunos de Outras Instituições de Ensino Fundamental, médio ou Superior
Nome:
Curso/Instituição:
Docente Orientador:
C/H Semanal:
Matrícula:
Voluntários – Comunidade Externa
Nome:
Instituição de origem:
Email:
C/H Semanal:
CPF:
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4. ORÇAMENTO (projetos de extensão não serão financiados pela instituição)
4.1 Haverá parceria? ( X ) Sim
Quem?
( ) Não
Secretaria de Meio Ambiente e Bem Estar de Maringá, Instituto de Desenvolvimento Rural do
Paraná – DR/PR, Programa de Pós-graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional da
Universidade Estadual de Maringá – UEM, FERRARI & ZAGATTO, FORTGREEN, ICL
América do Sul, Alltech Cropscience e SUPERBAC.
4.2 Receitas
Especificação
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0,00
Valores (em R$)
Total das Receitas
4.3. Despesas
Especificação
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0,00
0,00
Valores (em R$)
TOTAL
0,00
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