ATIVIDADE 2 – AGRON – DESENHO TÉCNICO E CONSTRUÇÕES RURAIS – 54_2025
Período:20/10/2025 08:00 a 30/11/2025 23:59 (Horário de Brasília)
Status:ABERTO
Nota máxima:1,00
Gabarito:Gabarito será liberado no dia 01/12/2025 00:00 (Horário de Brasília)
Nota obtida:
1ª QUESTÃO
Em desenho técnico, as vistas devem ser mostradas em um único plano. Para isso utiliza-se um recurso que
consiste no rebatimento dos planos de projeção horizontal e lateral, também conhecido por épura.
Fonte: GISLON, Jacinta Milanez. Desenho Técnico e Construções Rurais. Indaial: Unicesumar, 2023.
Quando falamos sobre representação em primeiro diedro, é correto afirmar que:
ALTERNATIVAS
O eixo de revolução principal da peça é a aresta comum aos dois semiplanos.
O plano vertical, onde se projeta a vista frontal, deve ser imaginado sempre numa posição fixa.
Para rebater o plano horizontal, imaginamos que ele sofre uma rotação de 90º para cima, em torno do eixo de
interseção com o plano vertical.
Para rebater o plano de projeção lateral imaginamos que ele sofre uma rotação de 180º, para a direita, em torno do
eixo de interseção com o plano vertical.
Para rebater o plano de projeção vertical imaginamos que ele sofre uma rotação de 180º, para a esquerda, em torno
do eixo de interseção com o plano horizontal.
2ª QUESTÃO
Para representar um objeto tridimensional em uma superfície bidimensional, como uma folha de papel, o
desenho técnico utiliza como principal método as projeções ortográficas. Esse sistema permite descrever a
forma e as dimensões de um objeto de maneira precisa e não ambígua, sendo a base para a comunicação
em projetos de engenharia e arquitetura.
Fonte: adaptado de: CHING, F. D. K. Representação gráfica em Arquitetura. 6. ed. Porto Alegre: Bookman,
2017.
Qual é o principal objetivo da representação por meio de projeções ortográficas?
ALTERNATIVAS
Projetar todas as linhas de um objeto para um único ponto de fuga, criando uma representação centralizada.
Criar uma imagem com a ilusão de profundidade e volume em um único plano, simulando a visão do olho humano.
Representar as diferentes faces de um objeto em sua verdadeira grandeza, por meio de vistas projetadas em planos
paralelos.
Mostrar os detalhes internos de uma peça por meio de uma seção imaginária, tornando visíveis elementos que
estariam ocultos.
Gerar um esboço rápido de uma ideia, sem a necessidade de exatidão nas formas ou uso de instrumentos, focando
na agilidade.
3ª QUESTÃO
Em um diagrama elétrico unifilar, letras minúsculas são utilizadas ao lado dos símbolos de interruptores para
indicar quais pontos de luz eles comandam. Essa codificação é essencial para a correta montagem do
circuito, garantindo que cada interruptor acione a lâmpada desejada.
Fonte: adaptado de: CERVELIN, S.; CAVALIN, G. Instalações elétricas: teoria e prática. Curitiba: Base Livros
Didáticos, 2008.
Em uma planta baixa, uma cozinha possui dois pontos de luz no teto, identificados com as letras ‘a’ e ‘b’. Na
parede, há um interruptor de duas seções, cujo símbolo está acompanhado das letras ‘a’ e ‘c’.
Com base nessa representação, assinale a alternativa correta:
ALTERNATIVAS
O interruptor controla os dois pontos de luz da cozinha (‘a’ e ‘b’).
O interruptor controla o ponto de luz ‘b’, e o ponto ‘a’ é acionado por outro dispositivo.
As letras no interruptor e nos pontos de luz não têm relação, indicando apenas a potência das lâmpadas.
O interruptor controla apenas o ponto de luz ‘a’. O ponto de luz ‘b’ é controlado por outro interruptor não descrito.
O interruptor controla um ponto de luz ‘c’ que não está desenhado, e os pontos ‘a’ e ‘b’ não são controlados por ele.
4ª QUESTÃO
A perspectiva cavaleira é um método de representação tridimensional que desenha a face frontal de um
objeto em sua verdadeira grandeza, enquanto projeta a profundidade em um ângulo (geralmente 30°, 45°
ou 60°). Para reduzir a distorção visual, aplica-se um fator de redução sobre as medidas de profundidade.
Fonte: adaptado de: ESTEPHANIO, C. Desenho técnico: uma linguagem básica. Rio de Janeiro:
Independente, 1994.
Se uma peça possui uma profundidade real de 15 cm e é desenhada em perspectiva cavaleira com um
ângulo de 30°, qual será o comprimento da linha que representa essa profundidade no desenho?
ALTERNATIVAS
15 cm.
10 cm.
7,5 cm.
5 cm.
22,5 cm.
5ª QUESTÃO
O desenho técnico, em sua essência, é uma linguagem gráfica que possui diferentes modalidades de
representação. Essa divisão é fundamental para compreender como as informações são comunicadas,
variando conforme a finalidade do desenho. De um lado, temos representações que surgem de projeções
geométricas do objeto em planos, buscando mostrar sua forma e detalhes com precisão. Do outro, temos
desenhos que representam informações de maneira mais abstrata, como dados, processos ou fluxos, sem
uma correspondência projetiva direta com um objeto físico.
Fonte: Adaptado de MONTENEGRO, G. A. Desenho técnico. 3. ed. rev. e ampliada. São Paulo: E. Blücher,
1997.
Com base nas modalidades do desenho técnico apresentadas no material, assinale a alternativa que
descreve corretamente o desenho projetivo.
ALTERNATIVAS
É o tipo de desenho que representa soluções gráficas para substituir cálculos, como gráficos, diagramas e
organogramas, não tendo equivalência projetiva com a figura representada.
Corresponde ao estado inicial de um projeto, sendo um estudo que necessita de melhoramentos e que também pode
ser chamado de esboço ou croqui.
É aquele que resulta de projeções do objeto em um ou mais planos de projeção, correspondendo às vistas
ortográficas e às perspectivas.
É a modalidade que abrange exclusivamente desenhos feitos à mão livre, pois valoriza a rapidez da criação em
detrimento da exatidão das formas e proporções.
Define-se como o método de desenho feito com o auxílio de instrumentos como o escalímetro, que é utilizado para
traçar linhas retas e marcar as dimensões do objeto.
6ª QUESTÃO
A cotagem é o processo de adicionar as informações dimensionais a um desenho técnico. Para que as
medidas sejam claras e não gerem dúvidas durante a execução de um projeto, a sua representação deve
seguir um conjunto de regras de padronização, garantindo que qualquer profissional habilitado possa
interpretar o desenho corretamente.
Fonte: adaptado de: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 17068: cotagem em
desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 2022.
Sobre as regras de cotagem em desenho técnico, assinale a alternativa correta:
ALTERNATIVAS
É obrigatório indicar a unidade de medida (mm, cm, m) ao lado de cada valor numérico da cota.
Em um desenho em escala, o valor numérico da cota deve ser ajustado proporcionalmente à escala utilizada.
Para maior clareza, é uma boa prática repetir as mesmas cotas em diferentes vistas, como na vista frontal e na
superior.
As linhas de cota devem ser posicionadas, preferencialmente, dentro do desenho, para economizar espaço na
prancha.
A cotagem dos detalhes menores deve ser feita mais próxima ao desenho, enquanto as cotas gerais devem ser
posicionadas mais afastadas.
7ª QUESTÃO
A cotagem é uma das etapas mais críticas do desenho técnico, pois é nela que as dimensões reais do objeto
são especificadas. Independentemente da escala utilizada para a representação, as cotas devem informar
com exatidão e clareza todas as medidas necessárias para a fabricação ou construção do que foi projetado.
Para garantir que essa comunicação seja livre de ambiguidades, a norma ABNT NBR 17068:2022 estabelece
um conjunto de regras e procedimentos a serem seguidos.
Fonte: adaptado de: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 17068: cotagem em
desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 2022.
Analisando as regras de cotagem em desenho técnico, assinale a alternativa que apresenta um
procedimento correto:
ALTERNATIVAS
Em um desenho na escala de redução 1:50, o valor da cota deve ser o resultado da medida real dividido por 50.
As linhas de cota devem ser posicionadas, preferencialmente, no interior do desenho, para otimizar o espaço da
folha.
A unidade de medida (mm, cm ou m) deve ser indicada ao lado de cada número da cota para evitar erros de
interpretação.
Para garantir a clareza, as mesmas cotas devem ser repetidas em diferentes vistas do objeto, como na vista frontal
e na superior.
A cotagem dos detalhes menores deve ser feita primeiro, posicionando-a mais próxima do desenho, e a cotagem das
medidas gerais deve vir em seguida, mais afastada.
8ª QUESTÃO
A perspectiva isométrica é uma das representações axonométricas mais comuns no desenho técnico por
não utilizar pontos de fuga, o que simplifica sua construção. Ela se baseia em um sistema de três eixos que
representam a altura, a largura e o comprimento do objeto.
Fonte: adaptado de: SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. M. Manual básico de desenho técnico. Florianópolis: Editora
da UFSC, 2007.
Qual é a disposição angular padronizada dos eixos em uma perspectiva isométrica?
ALTERNATIVAS
O eixo da altura é vertical, e os eixos de largura e profundidade formam 45° com a linha horizontal.
Todos os três eixos (altura, largura e profundidade) formam um ângulo de 60° com a linha horizontal.
A face frontal é desenhada em verdadeira grandeza, e o eixo de profundidade pode ser de 30°, 45° ou 60°.
Os eixos de largura e profundidade são horizontais, e o eixo da altura é vertical, formando ângulos de 90° entre si.
O eixo da altura é vertical, e os eixos de largura e profundidade formam 30° com a linha horizontal, resultando em
um ângulo de 120° entre os três eixos.
9ª QUESTÃO
O desenho de observação à mão livre é uma habilidade fundamental para arquitetos e engenheiros, pois
permite registrar rapidamente ideias e analisar as formas do mundo real. Para que um esboço seja
compreensível, a manutenção das proporções entre as partes de um objeto é mais importante do que a
perfeição dos traços.
Fonte: adaptado de: HALLAWELL, P. A linguagem do desenho à mão livre. São Paulo: Companhia
Melhoramentos, 1994.
Um estudante de agronomia precisa fazer um esboço de um silo que está a alguns metros de distância,
garantindo que a relação entre sua altura e seu diâmetro seja representada corretamente no papel.
Conforme as técnicas de desenho à mão livre, qual procedimento ele deve usar para verificar e manter a
proporção?
ALTERNATIVAS
Utilizar um escalímetro para medir as dimensões reais do silo e depois reduzi-las para o desenho.
Realizar o enquadramento do desenho no papel, decidindo se a folha ficará na posição vertical ou horizontal.
Traçar os eixos centrais do silo, pois essa técnica garante automaticamente que todas as proporções fiquem
corretas.
Desenhar primeiramente a sombra projetada pelo silo, pois a proporção da sombra reflete fielmente as dimensões
do objeto.
Estender o braço segurando um lápis na vertical, fechar um olho e usar o lápis como régua visual para comparar a
altura e a largura do silo.
10ª QUESTÃO
A perspectiva cavaleira é um método de representação tridimensional que se destaca pela sua praticidade.
Nela, a face frontal do objeto é desenhada em sua verdadeira grandeza, ou seja, sem distorções de forma ou
tamanho. A profundidade, por sua vez, é representada por linhas inclinadas, geralmente a 30°, 45° ou 60°.
Para minimizar a deformação visual causada por essa projeção, aplica-se um coeficiente de redução nas
medidas de profundidade, que varia conforme o ângulo escolhido.
Fonte: adaptado de: ESTEPHANIO, C. Desenho técnico: uma linguagem básica. Rio de Janeiro:
Independente, 1994.
Um objeto possui uma aresta de profundidade com 12 cm de comprimento real. Se esse objeto for
representado em perspectiva cavaleira, com um ângulo de 45°, qual será o comprimento da linha de
profundidade a ser desenhada?
ALTERNATIVAS
4 cm.
6 cm.
8 cm.
12 cm.
24 cm.