ATIVIDADE PRÁTICA DE HIDRÁULICA, IRRIGAÇÃO E DRENAGEM – INFILTROMETRIA

CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL – UNINTER
ORIENTAÇÕES PARA A ATIVIDADE PRÁTICA DE HIDRÁULICA,
IRRIGAÇÃO E DRENAGEM – INFILTROMETRIA
OBJETIVO GERAL
Realizar o ensaio de infiltração de água no solo utilizando o método do
Infiltrômetro para obtenção da velocidade de infiltração básica, compreendendo os
processos hidrogeológicos fundamentais para a escolha de métodos e sistemas
de irrigação e drenagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Utilizar corretamente o Infiltrômetro Duplo Anel em condições de campo
• Coletar e registrar dados de infiltração em intervalos de tempo pré-definidos
• Calcular a velocidade de infiltração acumulada e instantânea a partir dos
dados coletados
• Elaborar gráficos de infiltração versus tempo e análise de convergência
• Classificar o solo conforme sua capacidade de infiltração
• Documentar a atividade através de relatório estruturado e fotografias
• Desenvolver senso crítico na interpretação de resultados e suas aplicações
práticas
FLUXO DA ATIVIDADE – ETAPAS SEQUENCIAIS
O trabalho deve ser realizado em quatro etapas principais:
Etapa 1: Reserva e empréstimo do Infiltrômetro Duplo Anel no Polo
Etapa 2: Execução do ensaio de infiltração em campo
Etapa 3: Cálculo da velocidade de infiltração e tratamento de dados
Etapa 4: Elaboração do relatório conforme modelo e submissão para correção.
DETALHAMENTO DAS ETAPAS
ETAPA 1: RESERVA E EMPRÉSTIMO DO EQUIPAMENTO
1.1 Procedimento de Reserva do Equipamento (Kit nº 20)
Para realizar a atividade prática, é necessário seguir os procedimentos de
reserva e empréstimo do equipamento:
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Para realizar a atividade prática, é necessário seguir os procedimentos de
reserva e empréstimo do equipamento:
a) Realize a reserva do KIT Nº 20 – INFILTRÔMETRO seguindo as instruções do
sistema. Consulte o vídeo explicativo disponibilizado no roteiro.
b) Leia atentamente o Regulamento para Reserva e Utilização de Equipamentos
no Sistema Pergamum. Para auxiliá-lo, disponibilizamos um vídeo explicativo e
tutorial de acesso na Aula 7. Após realizar o agendamento via Pergamum, não
é necessário realizar qualquer ação no ícone ‘Avaliações’. O ponto essencial é
garantir a reserva do equipamento, que pode ser feita pelo sistema, por telefone
do Polo ou presencialmente no Polo.
c) Procure o Polo no qual está matriculado no período estabelecido para retirada
do equipamento, levando seu RG e comprovante de matrícula.
1.2 Material do Kit Nº 20 – Infiltrômetro
O KIT Nº 20 – INFILTRÔMETRO é composto por:
• 1 (um) Infiltrômetro Duplo Anel (anéis interno e externo)
• 1 (uma) Marreta de Borracha
Verifique se todos os itens estão no kit no momento do empréstimo.
Qualquer dano ou falta deve ser comunicado imediatamente ao responsável do
Polo.
1.3 Material a Providenciar pelo Aluno
Para realização completa do ensaio, você deverá providenciar os seguintes
materiais:
• Trena ou régua graduada com pelo menos 40 cm de comprimento
• Água em quantidade suficiente para realização do experimento
(recomenda-se entre 50 a 100 litros)
• 1 (um) Nível (de bolha ou digital)
• Sacola plástica (para revestimento do círculo menor do infiltrômetro)
• Cronômetro com precisão mínima de 1 minuto (pode ser um app do
ceular)
• Vassoura e / ou enxada para limpeza da vegetação superficial
• Ripa de madeira (opcional, para facilitar o momento de cravar o
infiltrômetro)
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• Equipamento para registro fotográfico (câmera ou smartphone) usando o
Timestamp câmera com registro de local e data automático
• Folha de anotação e tabela pré formatada para registrar dados em campo
ETAPA 2: EXECUÇÃO DO ENSAIO DE INFILTRAÇÃO EM CAMPO
2.1 Contextualização Técnica
O conhecimento da taxa de infiltração de água no solo é fundamental na
escolha de métodos e sistemas de irrigação e drenagem. A infiltração de água no
solo é o processo de entrada de água, em sentido vertical, através da superfície
do solo. A capacidade de infiltração determina a quantidade máxima que um solo
consegue absorver de água (proveniente de chuva ou irrigação) em determinado
intervalo de tempo.
A velocidade de infiltração não é constante ao longo do tempo. Quando o
solo está seco, a velocidade de infiltração é máxima, decrescendo rapidamente de
acordo com as condições do solo. Sob chuva ou irrigação contínua, a velocidade
de infiltração se aproxima gradualmente de um valor mínimo e constante, no
momento em que o solo se apresenta saturado. Esse valor constante é conhecido
como velocidade de infiltração básica (VIB).
2.2 Seleção do Local de Realização do Ensaio
O primeiro passo consiste na seleção de um local representativo, que
possibilite:
• Acesso facilitado para transporte de água e equipamentos
• Solo não pavimentado ou impermeabilizado
• Remoção / limpeza da vegetação superficial
• Disponibilidade de água em quantidade suficiente
• Segurança para realização da atividade
O local escolhido deverá ser limpo e ter a vegetação superficial removida
utilizando a vassoura ou enxada (consultar vídeo explicativo disponibilizado no
roteiro). Essa preparação é essencial para garantir contato direto do infiltrômetro
com o solo.
2.3 Procedimento Passo-a-Passo para Execução do Ensaio
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Passo 1: Preparação do Infiltrômetro
O Kit nº 20 consiste em um infiltrômetro com dois anéis concêntricos: um
anel interno (menor) e um anel externo (maior). Estes anéis têm a função de medir
infiltração e criar condições padronizadas para o ensaio (Figura 1).
Figura 1 – Fotografia (a) e Ilustração do infiltrômetro (b)
Fonte: Freitas et. al., 2021.
Passo 2: Cravação do Infiltrômetro (assistir vídeo do experimento disponível
no roteiro de estudo)
• O infiltrômetro deve ser cravado no solo a aproximadamente 10 cm
(profundidade cravada) de profundidade com auxílio da marreta
disponibilizada no kit;
• Recomenda-se o uso de uma ripa de madeira como apoio para distribuir
melhor o impacto da marreta;
• Crave de forma firme mas cuidadosa para não danificar o equipamento;
• Quando o equipamento atingir a profundidade aproximada de 10 cm,
verifique se está perfeitamente nivelado utilizando o nível. Este é um passo
crítico para evitar vazamentos laterais;
• O equipamento deve ficar cravado a aproximadamente 7 cm (altura
exposta) acima da superfície do solo para permitir enchimento com água.
Passo 3: Preparação dos Anéis para o Ensaio
• Posicione a régua graduada ou trena na posição vertical dentro do anel
interno (menor);
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• Revista o anel interno com a sacola plástica. Este revestimento tem a
finalidade de impedir que a água infiltre antes do início “oficial” do ensaio;
• Verifique se o plástico está bem encostado nas paredes internas do anel
para evitar vazamentos.
Passo 4: Preenchimento dos Anéis com Água
• Primeiramente, preencha o anel externo (maior) completamente com água.
Este procedimento cria um ambiente padrão para a infiltração do anel
interno, reduzindo assim infiltração lateral e garantindo padronização do
ensaio;
• Ao finalizar o abastecimento do cilindro maior, inicie o preenchimento do
anel interno (colocando água por cima do saco plástico);
• Quando o anel interno estiver completamente cheio de água, realize a
anotação do nível inicial da água na régua. Este valor será seu ponto de
referência (Tempo = 0 minuto);
• Registre este valor com precisão (até milímetro) na sua planilha de dados.
Passo 5: Início da Contagem de Tempo e Coleta de Dados
• No mesmo momento em que você retira o saco plástico (impermeabilizante)
do fundo do anel interno, inicie a contagem de tempo. Você deve puxar a
sacola lentamente e lateralmente após o preenchimento, garantindo que
o cronômetro seja acionado no exato momento em que a água toca o solo.
• Comece com a leitura em t = 0 (o nível que você anotou quando removeu o
plástico);
• Não remova a régua do interior do anel interno durante todo o ensaio;
• Mantenha o anel externo sempre cheio de água. Quando o nível abaixar
significativamente, complete o preenchimento. Registre estes momentos de
reposição de água. Se houver reabastecimento, a “Diferença na Leitura”
para aquele intervalo deve ser calculada somando-se o que baixou antes
do refil com o que baixou depois (ou simplesmente ajustando a leitura de
referência).
2.4 Protocolo de Leitura e Coleta de Dados
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As leituras devem ser realizadas nos seguintes intervalos de tempo (em
minutos): 0, 1, 3, 5, 10, 15, 25, 35, 50, 65, 95, 125, 155, 195. Este é o limite de
tempo (3 horas e 15 minutos) em minutos para que a velocidade de infiltração de
estabilize, deve ser seguido.
Limite Prático: Se após os 195 minutos a velocidade ainda estiver caindo
significativamente (mais de 10% de variação), você deve realizar mais 2 ou 3
leituras extras de 30 minutos e finalizar o experimento. Relate esse fato no
relatório.
Se a taxa de infiltração for muito alta ou muito baixa, você pode alterar estes
intervalos, desde que mantenha bom registro dos dados e sempre anote os valores
reais utilizados na Tabela de Dados.
Para cada leitura:
• Anote a hora e minuto exatos;
• Leia o nível da água na régua com a máxima precisão (até milímetros);
• Registre a leitura na coluna “Leitura da Régua” da Tabela de Dados;
• Calcule a diferença entre a leitura atual e a leitura anterior (decréscimo de
água infiltrada);
• Se o anel externo tiver sido reabastecido, faça a anotação e correção
necessária.
2.4.1 Critério de Parada do Ensaio
As leituras devem continuar até que a velocidade de infiltração converja
para um valor constante e que ele se repita por pelo menos três leituras
consecutivas. Isto indica que o solo atingiu a condição de saturação e a
velocidade de infiltração básica foi alcançada.
2.5 Registro Fotográfico
Durante a realização do ensaio em campo, você deverá registrar,
obrigatóriamente, pelo menos 6 fotografias que documentem:
• A preparação do local com limpeza de vegetação
• A cravação do infiltrômetro
• O infiltrômetro já cravado e nivelado
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• Pelo menos duas imagens durante a coleta de dados (mostrando a leitura
na régua)
• Uma autofotografia (selfie) do aluno realizando o experimento
As fotografias devem ser claras, bem iluminadas e com boa qualidade, pois
serão incluídas no relatório. O aplicativo gratuito que deve ser utilizado
(obrigatoriamente) é o Timestamp Camera Basic® (consulte o tutorial de uso
adequado do app disponível no roteiro). Cada imagem deve apresentar de forma
clara a data, o horário e o local (cidade e endereço), informações geradas
automaticamente pelo aplicativo. As fotografias devem ser inseridas no relatório
com título e formatação conforme as normas da ABNT, acompanhadas das
respectivas descrições no tópico “Material e métodos”.
ETAPA 3: CÁLCULO DA VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO E TRATAMENTO
DE DADOS
3.1 Organização dos Dados Coletados
Organize todos os dados coletados em campo em uma tabela de dados
contendo as seguintes colunas (completa disponível no Anexo I):
Tempo
Acumulado
(min)
Variação
do Tempo
Δt (min)
Leitura da
Régua
(cm)
Diferença
na Leitura
(cm)
Velocidade
de Infiltração
Infiltração
Acumulada
(cm)
Velocidade
de Infiltração
(cm/min)
(cm/h)
Descrição de cada coluna:
• Tempo Acumulado (min): Tempo desde o início do ensaio (0, 1, 3, 5, 10,
15, etc.)
• Variação do Tempo Δt (min): Diferença entre o tempo atual e o tempo
anterior
• Leitura da Régua (cm): Nível da água na régua em cada leitura
• Diferença na Leitura (cm): Decréscimo do nível de água entre duas leituras
consecutivas (infiltração no intervalo)
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• Infiltração Acumulada (cm/h): Soma cumulativa de toda a infiltração até
aquele momento
• Velocidade de Infiltração (cm/h): Velocidade instantânea calculada
conforme Equação 1.
3.2 Fórmula para Cálculo da Velocidade de Infiltração
A velocidade de infiltração em cada intervalo é calculada pela seguinte
equação:

�𝑖𝑛𝑓 = (𝐼𝑛𝑓.𝐴𝑐𝑢𝑚.𝐴𝑡𝑢𝑎𝑙−𝐼𝑛𝑓.𝐴𝑐𝑢𝑚.𝐴𝑛𝑡𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟)
Δ𝑇𝑒𝑚𝑝𝑜
Onde:
• 𝑉𝑖𝑛𝑓 = Velocidade de Infiltração (cm/h)
× 60
• Inf. Acum. Atual = Infiltração acumulada no tempo atual (cm)
Equação 1
• Inf. Acum. Anterior = Infiltração acumulada no tempo anterior (cm)
• Δ Tempo = Intervalo de tempo entre duas leituras (min)
• Fator 60 = Conversão de minutos para horas
Exemplo de cálculo:
Se a infiltração acumulada em t = 1 min foi 0,5 cm e em t = 3 min foi 0,8
cm:
• Diferença = 0,8 – 0,5 = 0,3 cm
• Δ Tempo = 3 – 1 = 2 min
• 𝑉𝑖𝑛𝑓 = 0,3
2
×60 =9,0 cm/h
3.3 Tratamento dos Dados em Planilha
Recomenda-se utilizar Microsoft Excel ou programa equivalente para:
• Organizar os dados em tabela estruturada
• Realizar todos os cálculos automaticamente
• Evitar erros de cálculo manual
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• Gerar gráficos de visualização dos resultados
• Facilitar a inclusão dos resultados no relatório
A planilha com os cálculos deve ser anexada obrigatoriamente para
correção junto ao arquivo do trabalho; caso opte por não utilizar o Excel,
você deve incluir um arquivo extra com a demonstração detalhada do passo
a passo matemático. Lembre-se de que a memória de cálculo é
indispensável, e a atividade será desconsiderada caso não seja possível
validar a origem dos resultados durante o processo de correção.
3.4 Elaboração de Gráficos
Após calcular todos os valores, você deverá elaborar o gráfico de
Velocidade de Infiltração versus Tempo.
• Eixo X: Tempo acumulado (h)
• Eixo Y: Velocidade de infiltração (cm/h)
• Tipo: Gráfico de linha ou dispersão
• Objetivo: Identificar claramente a convergência para a velocidade de
infiltração básica (quando o valor torna-se constante).
3.5 Classificação do Solo Conforme Capacidade de Infiltração
Realize a conversão de cm / min para cm / hora:
Regra de conversão:
cm/h = cm/min × 60
Após obter a velocidade de infiltração básica (VIB) – valor final constante
que se repetiu por três vezes consecutivas – você deve classificar o solo conforme
a tabela abaixo:
Tabela 1: Classificação do solo conforme velocidade de infiltração básica (cm/h)
Classificação
VIB (cm/h)
Características
Muito Rápida
> 30
Solo muito permeável, infiltração muito rápida
Rápida
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15-30
Solo permeável, infiltração rápida
Moderada
5-15
Solo com permeabilidade moderada
Lenta
1-5
Solo com baixa permeabilidade
Muito Lenta
<1 (ou ≤ 1)
Solo muito impermeável, infiltração muito lenta
ETAPA 4: ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO
O relatório deve ser estruturado conforme o modelo disponibilizado no
roteiro de estudo, contendo obrigatoriamente os seguintes itens: resumo,
introdução, objetivos, material e métodos, resultados, conclusão e referências
bibliográficas.
4.1 Formatação do Relatório
Padrão geral:
• Fonte: Arial, tamanho 12
• Espaçamento: 1,5 entre linhas
• Margens: 2,5 cm (superior e esquerda), 2,0 cm (inferior e direita)
• Parágrafos: Alinhamento justificado, recuo de 1,25 cm na primeira linha
• Numeração: Páginas numeradas no canto inferior direito a partir da
introdução.
4.2 Responsabilidades Acadêmicas
O trabalho a ser entregue deve atender aos seguintes critérios:
• Originalidade: O trabalho deve ser original, sendo vedado qualquer tipo de
plágio
• Integridade: O ensaio e análises devem ser resultado integral do trabalho
exclusivamente do aluno
• Uso de IA: O uso de Inteligência Artificial (IA) só é permitido conforme
previsto na RESOLUÇÃO Nº 2553/2024 – CEPE. A utilização fora dos
critérios estabelecidos resultará em nota zero para a atividade.
4.3 Cronograma e Prazos
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Confira o cronograma e prazo de realização da Atividade Prática da
disciplina no AVA e consulte o calendário acadêmico do curso.
Importante:
• Não haverá prorrogação do prazo, portanto, agende com antecedência a
retirada do kit no Polo para realizar a atividade dentro do prazo, sem
prejuízos.
• Se programe para conseguir desenvolver o trabalho com antecedência.
• Envios após o prazo estabelecido não serão aceitos pelo sistema AVA
Univirtus.
PONTUAÇÃO
Sua atividade será avaliada conforme a seguinte descrição:
Item
Descrição
1. Estrutura do
Relatório
Pontuação
Máxima
Organização geral, sequência lógica, seguimento do
modelo proposto, incluindo todos os itens obrigatórios
(resumo, introdução, objetivos, revisão bibliográfica,
material e métodos, resultados, conclusão,
referências).
4. Coleta de
Dados e Cálculos
Tabela de dados completa e organizada, cálculos
corretos da velocidade de infiltração, utilização
apropriada de unidades, apresentação clara da
infiltração acumulada e velocidade instantânea.
20 pontos
30 pontos
5. Gráficos e
Análise de
Resultados
Elaboração correta do gráfico, identificação clara da
VIB, classificação do solo conforme tabela fornecida,
interpretação adequada dos resultados obtidos.
6. Fotografias
Documentais
Inclusão de mínimo 6 fotografias de boa qualidade,
com Timestamp câmera, com títulos descritivos,
referências apropriadas no texto.
30 pontos
20 pontos
TOTAL
100 pontos

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ANEXO I

Tempo Acumulado
(min)
Variação do Tempo
Δt (min)
Leitura da Régua
(cm)
Diferença na
Leitura (cm)
Infiltração Acumulada
(cm)
Velocidade de
Infiltração (cm/min)
Velocidade de
Infiltração (cm/h)

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